Plataforma de Ecommerce

Plataforma de Ecommerce

A plataforma de ecommerce da eSites permite que você faça a customização de loja virtual baseado do design de e-commerce escolhido e publique produtos para vender online em poucos segundos. Nossa plataforma para criar sites de venda online foi feita por uma equipe de desenvolvedores de site com experiência no Vale do Silício, principal polo de tecnologia do mundo, onde se localizam empresas como Google e Facebook.

Plataforma de Ecommerce
criar plataforma de E-commerce agora

Plataforma de ecommerce gratuita

A plataforma de ecommerce da eSites é gratuita e permite que você se encarregue de criar uma loja virtual em alguns poucos segundos sem precisar de instalar nada no seu computador, apenas digitando seu e-mail, URL provisória a ser alterada pelo domínio da sua empresa posteriormente, escolhendo o design de e-commerce que mais te agrada e clicando em criar site. Então, você será redirecionado à tela seguinte, onde poderá fazer a customização de e-commerce apenas clicando e arrastando, sem precisar ser um programador de loja virtual profissional.

Plataforma de ecommerce a publicação de produtos

Uma plataforma de e-commerce deve permitir que se publiquem produtos para vender na internet com facilidade, de modo a não onerar o tempo do gerente de loja virtual. Além disso, o site de vendas online deve possibiliar que uma imagem representativa do produto seja anexada a ele, provendo-o uma maneira interativa de ser representado na listagem de produtos da loja virtual. Outro fator interessante da nossa plataforma de e-commerce é que ela te permite inserir o produto onde bem quiser, aparecendo não apenas na lista de produtos do site.

Como publicar produtos para vender na internet

Como definir uma imagem representativa dos produtos

Como inserir os produtos para vender na web onde quiser no e-commerce

Plataforma e-commerce e a configuração de preços

É imprescindível a uma plataforma de e-commerce que se permita um preço variável de acordo com as opções de compra do usuário. Entretanto, muitas das atuais possibilidades de plataforma para criar um e-commerce disponíveis no mercado, por incrível que pareça, não possuem tal característica, o que implica em grande perda de tempo do gerente de loja virtual para publicar produtos um a um que, na realidade, não são diferentes, apenas possuem um valor distinto conforme seu tamanho ou material de confecção do item por exemplo. Por isso, na plataforma de ecommerce da eSites essa também é uma atividade que pode ser desempenhada rapidamente, de acordo com os tutoriais de web design abaixo.

Plataforma de e-commerce com preços simples

Plataforma de e-commerce com preços variáveis

O que vender pela internet?

Agora que você já conhece a nossa plataforma de criação de loja virtual e tem certeza de possuir um sistema de altíssima qualidade trabalhando para você, é hora de se perguntar sobre o que vender na web, ou, caso já tenha a sua linha de produtos, como vender ou qual recorte mercadológico e faixas de preço trabalhar.

Tomemos como exemplo uma loja de roupas, não é o ideal trabalhar com vestidos, que sempre mudam de acordo com as estações do ano ou a moda em vigor. Todavia, roupas tradicionais masculinas, como terno ou camisas de gola polo, não costumam variar muito no estilo ao longo dos anos, assim como roupas íntimas. Outros itens que têm feito muito sucesso no e-commerce são as bolsas e os tênis, pois permitem a compra em grandes quantidades, propiciando um estoque perene, o que assegura o fácil gerenciamento e uma boa margem de lucro no montante.

Alguns empresários pensam que o preço do site deve ser diferente da loja física, contudo, isso não é o ideal, pois o cliente pode entrar em contato com as vendedoras, o que dificultaria a venda automatizada e encareceria o custo. Dessa forma, quando for vender na internet, procure estabelecer um preço, que se não for igual, seja, pelo menos, mais barato que o do seu estabelecimento.

Outro fator importante ao se levar em conta na hora de estabelecer o que vender na internet é o preço médio do seu pacote, que não deve ser muito barato, pois ele precisa viabilizar o lucro sobre o frete para os casos de entrega em todo o território nacional. Dessa forma, é importante escolher um fornecedor que garanta, além de qualidade, bom preço, pois o lucro maior virá do volume ofertado, especialmente para as plataforma que fornecerem o frete grátis.

Como fazer a publicidade do e-commerce?

Agora que você já estabeleceu a sua plataforma de e-commerce, produtos e preço, é hora de definir a estratégia de marketing online. Dentre as principais possibilidades, encontram-se o Facebook, o Instagram e o Google. Neste sentido, é importante ter em mente que ao se investir no buscador, diferentemente das redes sociais, ele viabilizar uma visita que esta buscando, ativamente, pelo seu produto. Dessa forma, para muitos mercados, esse usuários costuma possuir mais valor, sendo alcançado com um custo por clique mais elevado, mas que gera maior conversão. Outro fator a se levar em conta, é possuir uma plataforma que te possibilite analisar o retorno sobre o investimento, propiciando informações acerca do custo por cada contato. Isso é feito com uma boa integração com o Google Analytics, a plataforma de análise de comportamento do usuário do famoso buscador. Esse diferencial também é propiciado pela eSites, o que tem justificado o investimento de grandes players do mercado na ferramenta.

Caso queira saber um pouco mais sobre o Google Ads e como podemos te ajudar nesse sentido, entre em contato com a nossa equipe. E para marketing digital nas redes sociais, sugerimos que visite o site graphicriver.com, lá é possível comprar vários banners para que você mesmo invesita em publicidade online, reduzindo o seu custo e possibilitando o alcance de mais visitas. É preciso pensar que R$ 600,00 mensais de gasto para alguém fazer os banners por você, poderia te render, por exemplo, 6000 visitas caso o custo do clique esteja em torno de R$ 0,10.

Sendo assim, não espere mais, crie o seu e-commerce com a nossa plataforma de construção de loja virtual agora mesmo e comece a vender online!

Quem vê a eSites hoje, com centenas de clientes, um construtor de sites por clique e arraste que impressiona e vários tutoriais em vídeo para suporte, não imagina que no começo eu andava 12 kilômetros todos os dias, enquanto me desvencialhava de assaltos, na capital de BH, aos 19 anos, em 2007, para estudar no centro de treinamento da ADOBE, empresa criadora do Photoshop e outros sistemas que viabilizaram a web de existir como ela é.

Mas antes dessa aventura na maior cidade de Minas Gerais, o estado onde nasci e aprendi a comer muito pão de queijo, podemos voltar, inclusive, em 2002, quando fiz meu primeiro site, ainda no FrontPage, um software fornecido pela Microsoft que já vinha por padrão no Windows, para a criação de sites. Esse empreendimento foi realizado aos 14 anos para viabilizar as fofocas (inventadas ou não) da nossa turna na escola, muito antes de “existir” os avassaladores traumas de bullying. Naquela época, a vingança era imediata e, não raro, envolvia agressões físicas que eram, também, resolvidas ali mesmo, junto a outros infinitos apelidos, que devíamos fingir não ligar para não “pegar”.

Alguns anos depois, já ao final da aventura em Belo Horizonte, e com 3 mil visitas por dia em meu blog pessoal no WordPress, plataforma que serviu de base para a construção da eSites, decidi fazer o curso de administração em Viçosa, na UFV, pois eu já não aguentava a vida corrida das grandes cidades e queria muito vivenciar o clima de uma federal, onde a bagunça parecia, realmente, reinar, junto a centenas de festas todos os finais de semana.

Essa nova escolha representou minha terceira faculdade, após ter largado o curso de Publicidade e Propaganda na Unileste, em Ipatinga, e Produção Multimídia, na UNI-BH. Dessa forma, havia muita apreensão por parte dos meus pais, que não sabiam muito bem como lidar com um filho empreendedor, tão crítico com tudo ao seu redor e que nunca parava quieto, sempre correndo atrás de um novo desafio.

Já na federal, perdi muitas matérias do primeiro período, pois tentei ao máximo “tirar o atraso” de tudo aquilo que eu não havia vivido enquanto batalhava no mercado de trabalho da cidade anterior, onde atuei para duas grandes agências de publicidade, uma especializada em Flash, tecnologia já morta devido ao crescimento da Google, e outra que possuía um sistema próprio em PHP. Todavia, no segundo período, eu estava comprometido a levar o curso a sério e, finalmente, conseguir o tiploma de um curso superior, tão demandado pela minha família.

Como o destino nunca é como a gente espera, já na primeira aula de Cálculo, um dos sujeitos mais ricos de Minas Gerais me ligou e falou que gostaria muito de trabalhar comigo. Eu o havia conhecido um dia antes, quando cheguei de sandalha, brincos, camiseta e cabelo grande me apresentando em sua empresa, como alguém que detinha o conhecimento que ele precisava.

Essa empresa era líder no ramo de vídeo aulas em DVD. Nela, implantei algumas diretrizes para a produção de conteúdo online, que deviam ser realizados baseados em uma pesquisa prévia por palavras-chave “colhidas” no Google Keyword Tool, ou Planejador de Plavras-Chave da Google. Nessa ferramenta é possível saber exatamente qual a demanda pro buscas mensais na plataforma, inclusive por região e verificar, para os que almejam compar cliques, qual seria o custo médio destes.

Dessa maneira, consegui alcançar mais de 15 mil visitas gratuitas por dia no site principal da empresa e alguns milhares em outros domínios. Já no investimento em Google Ads, reduzi o custo que estava em torno de 1 real para 0,25 centavos, aumentei a taxa de cliques de 0,25% para 10% e viabilizei usuários mais certeiros, que ao invés de gastar menso de um minuto no site passaram, então, a ficar 3 minutos no portal. 

Esses resultados chamaram muito a atenção do dono, porém eu ainda não tinha experiência suficiente em contratos e “confuões” corporativas, como inveja. Isso fez com que eu ganhasse mal e me gerou problemas com o “”verdadeiro” chefe de setor, que, na realidade, não tinha ideia do que estava fazendo, apesar da imensa diferença de idade que havia entre nós, pois nessa área, o básico é saber falar inglês.

Em função da situação nada sustentável, fui trabalhar no concorrente, já muito mais humilde, onde aprendi a lidar com muito menos verba que a disponível na empresa anterior, que girava em torno de 40 mil reais por mês. Como estratégia para atender o novo cliente, que agora já contava com um contrato mais elaborado, contratei 3 produtores de conteúdo e fiz uma parceria com uma agência de publicidade. Tudo se mostrou inviável, o certo era eu ter pego o contrato todo para mim fazendo tudo eu mesmo, ter estabelecido um investimento perene no Google Ads desde o início e ter largado a faculdade mais um vez, aproveitando o tempo livre para aprender a tocar tambor e dançar forró.

Com o primeiro grande erro de estratégia de projeto cometido e uma gigantescar frustração em relação ao curso que eu achava que deveria ser extinto, ou ao menos fundido com publicidade, comunicação, engenharia de produção e sistema de informação, decidi vender o carro que comprei com os 5 mil dólares que fiz como blogueiro e fui morar no Vale do Silício, na Califórnia, berço da cultura empreendedora ocidental e região que abriga as grandes empresas de tecnologia do mundo, como a Google, Facebook, Apple e muitas outras.

Morei lá por mais de um ano, trabalhei para 3 empresas de tecnologia, dividi um porão com mais 8 pessoas, cada um de um lugar do mundo diferente, ratifiquei as bases tecnológicas para criação de sites gratuitos, agora já com um protótipo bem avançado e melhorei meu inglês. Missão cumprida conforme o planejeto, voltei para o Brasil acreditando que iria poder escolher onde trabalhar. Ledo engano, ao chegar aqui em 2014, deparei-me com um caso social sem igual, onde não consegui ser chamado para uma mísera entrevista de emprego. Contudo, apareceu a oportunidade de incubar a empresa em um órgão federal relacionado à UFV.

Nessa nova oportunidade, fiquei muito feliz por acreditar que, agora sim, eu teria todo o apoio de que precisava. Não tardou muito para eu entender como o esquema funcionava: eu precisava pagar propina para fazer o que era necessário, fato que não topei e me acarretou um prejuízo de 6 meses. Essa situação é recorrente em qualquer investimento governamental, pois, supostamente para evitar fraudes, define-se um grupo de empresas que podem atender ao investido, nomeadas, no caso de verbas disponibilizadas pelo SEBRAETEC, como entidades executoras. Essas, escolhidas, sabe-se lá com que autoridade técnica, obviamente, não têm a menor capacidade de atender ao projeto, já que código não é comodity e, por isso, demanda um fornecedor específico. Sendo assim, para conseguir gastar apenas aqueles 50 dólares que eu precisava, haveria a necessidade de pegar ao menos uns 7 ou 10 mil reais, pagar uma tal de “verba administrativa”, para, aí sim, adquirir o que eu precisava, atitude a qual me neguei a submeter, porque “verba adminstrativa” é lá na “casa do chapéu”.

Depois da decepção, e entender a consequência do comunismo brasileiro, voltei a morar com meus pais na minha cidade natal, onde estabeleci algumas alianças com agências de publicidade desenvolvedoras de site. Essa nova parceria também não se mostrou muito frutífera e ratificou erros do passado, pois o modelo de negócios desse tipo de emprendimento é colocar o valor de tudo lá em cima, de acordo com a cara do cliente, e dizer sim a todo momento, contrariando minhas crenças de que é o técnico, por meio de uma tecnologia de ponta, que deve mostrar ao cliente a necessidade de execução de um projeto determinado para se atingir o objetivo almejado acerca das vendas e visibilidade.

Em vista dessa incompatibilidade de opinião com alguns possíveis destribuidores do meu serviço, comecei a estabelecer alguns contratos diretos e precisei melhorar minhas habilidades como designer. Desse modo, estabeleci que o site seria gratuito e que eu iria ganhar somente no servidor de hospedagem. Essa estratégia se mostrou muito acertada, pois eliminei muita dor de cabeça e milhares de horas de reunião sem sentido. Com o tempo, fui somando, cada vez mais, o faturamento da empresa e otimizando o tempo de atendimento por meio de uma coleção de templates que não parava de crescer. Hoje, a eSites já conta com centenas de usuários pagantes e milhares de visitas todos os dias, propiciadas mediante muito esforço do Diego, que vos escreve, e do Phellipe Kelbert, talentoso sócio e grande amigo.

Agora que você já sabe um pouco mais da nossa história, contada de maneira tão franca, que tal pararmos com a conversa e partirmos para a ação? Clique no botão abaixo e faça, agora mesmo a sua pltaforma de ecommerce gratuitamente. Caso tenha alguma dificuldade na execução, na se acanhe em entrar em contato conosco, também possuímos planos para a criação da loja virtual pela nossa equipe. Precisando, é só falar! ;-)

Alguns clientes não têm muita intimidade com tecnologia e, por isso, não importa o quão simples seja a nossa ferramenta, eles necessitam que alguém crie a loja virtual por eles. Caso este seja o seu caso, não fique triste, também executamos esse tipo de serviço. Para isso, é só entrar em contato conosco e dizer qual a sua demanda, nos enviando a logo em png, com o fundo transparente, e a lista dos serviços/produtos que oferece. Mediante o pagamento nós iremos criar a sua plataforma de ecommerce em uma prévia e finalizar depois das suas ponderações. Clicando abaixo, você verá o formulário de contato por meio do qual a conversa acerca do seu empreendimento será estabelecida ;-)

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